Escuta e pertencimento no trabalho

Eu Vejo Você

15 minutos que abrem espaço para a escuta nas equipes. Uma ação de sensibilização para empresas, em diálogo com a NR-1.

Prefere levar para a sua paróquia? Veja a versão para paróquias →

Equipe do filme Eu Vejo Você apontando para a câmera diante do painel do filme

A NR-1 pede para mapear o risco. O Eu Vejo Você cria o lugar onde ele pode ser dito.

A NR-1 pede para mapear o risco. O Eu Vejo Você cria o lugar onde ele pode ser dito.

Eu Vejo Você nas Empresas | Escuta ativa no trabalho. Duração: 1’08”. 27/10/2026.

Eu Vejo Você nas Empresas

E se o maior risco psicossocial da sua empresa não estivesse no relatório, mas na conversa que ninguém teve coragem de ter?

O Eu Vejo Você nas Empresas é uma sessão de 60 minutos para equipes, lideranças e RH, a partir do curta-metragem de 15 minutos Eu Vejo Você.

Eu Vejo Você. Duração: 14’59”.

O curta

O que acontece quando alguém é escutado de verdade.

O Eu Vejo Você é um curta-metragem de 15 minutos sobre o que acontece quando uma pessoa é escutada de verdade. No trabalho, ele abre um espaço seguro, plural e sem julgamento para a equipe falar do que pesa e do que sustenta. Foi feito para abrir uma conversa, não para encerrá-la.

NR-1 e riscos psicossociais

A NR-1 pede para mapear o risco. O Eu Vejo Você cria o lugar onde ele pode ser dito.

A atualização da NR-1 incluiu os fatores de risco psicossocial relacionados ao trabalho no GRO/PGR. A fiscalização com autuação vale a partir de 26 de maio de 2026 (Portaria MTE nº 765/2025). Entre os fatores que entram no mapeamento:

  • Sobrecarga
  • Pressão por resultados
  • Falhas de comunicação
  • Conflitos
  • Estilo de liderança
  • Falta de apoio
  • Isolamento

Esta ação não substitui a avaliação de riscos psicossociais prevista na NR-1, nem o PGR, o SESMT ou acompanhamento psicológico. É uma ação de sensibilização, promoção da escuta e fortalecimento do pertencimento no trabalho.

Cine-Talk · Cinema, diálogo e transformação

Como funciona na sua empresa

1

Assistir

A equipe assiste ao curta reunida, em clima leve e respeitoso.

2

Conversar

Em seguida, uma roda de conversa guiada por um facilitador interno, com escuta ativa.

3

Acolher

Ninguém é obrigado a falar e ninguém precisa de respostas prontas. A conversa começa pela presença e pela escuta.

Sessão de 60 minutos: 15 do curta, 5 de silêncio, 30 de roda de conversa e 10 de encerramento.

  • Grupos de até 20 pessoas
  • Ninguém é obrigado a falar
  • Sigilo da roda
  • Não é terapia
Para quem é

Para quem cuida de equipes.

  • Lideranças e gestores
  • RH e desenvolvimento humano
  • SESMT e saúde ocupacional
  • Equipes e unidades
  • Programas de cultura, bem-estar e ESG
Dois homens conversam sentados lado a lado em um grande pavilhão, em preto e branco
Wesley Meoli falando ao microfone em um evento, de blazer verde, com o celular na outra mão
Contratação

Exibição paga, com relatório anonimizado.

Nas empresas, a exibição é paga e inclui um relatório pós-roda anonimizado, que ajuda a transformar a escuta em ação. O relatório traz:

  • o número de participantes;
  • os temas emergentes, sem identificar pessoas;
  • os encaminhamentos sugeridos;
  • recomendações para o PGR.

A exibição nas empresas viabiliza a exibição nas paróquias e apoia o trabalho missional.

Nas paróquias, a exibição continua gratuita e missionária.
Palestra com o diretor

Quer o diretor falando no seu evento?

Wesley Meoli apresenta a palestra O Poder da Sua História, sobre comunicação consciente, escuta ativa e o poder da narrativa. Para empresas e congressos, com ou sem a exibição do curta.

Conhecer a palestra →

Guia da roda para empresas

Roda de escuta depois da exibição do curta de 15 minutos. Para quem conduz a conversa em equipes, áreas de RH, lideranças e SESMT.

Para que serve

O curta abre a conversa, e este guia ajuda a sustentá-la com cuidado. O objetivo não é resolver a dor de ninguém nem oferecer respostas prontas. É criar um lugar onde as pessoas possam ser ouvidas. O ponto de partida é a presença, e as respostas, se vierem, vêm depois.

Antes de começar

Reserve cerca de 60 minutos.

  • Organize as cadeiras em círculo, com luz suave. Grupos de até 20 pessoas.
  • Defina o facilitador interno e o canal de apoio da empresa, para acompanhar quem precisar de mais apoio depois da roda.
  • Deixe à mão os canais da seção “Se alguém precisar de mais ajuda”.
  • Quem conduz avisa que a conversa não é terapia e não substitui acompanhamento profissional.

Combinados da roda (leia em voz alta)

  1. Ninguém é obrigado a falar. Passar a vez também é participar.
  2. Cada pessoa fala por si, sem ser interrompida, aconselhada ou julgada.
  3. O silêncio é bem-vindo.
  4. Não comparamos uma dor com outra.
  5. O que é partilhado aqui não é comentado fora da roda. Sigilo.
  6. A roda não é lugar de avaliação de desempenho nem de tratar casos individuais. Isso tem canal próprio.

Perguntas em camadas

Comece pela primeira e avance só se o grupo estiver à vontade. Qualquer pergunta pode ser respondida com “prefiro não responder”.

  1. Que imagem, cena ou frase do curta ficou com você?
  2. Em que momento da sua semana de trabalho você se sente visto? E em qual sente que ninguém percebe?
  3. O que costuma ficar sem palavras entre nós, na equipe?
  4. O que tornaria a nossa equipe um lugar seguro para dizer “não estou bem”?
  5. Para lideranças — Quem cuida de quem lidera aqui?

Como conduzir

Faça

  • Devolva o que ouviu com palavras simples, como “parece que isso pesa muito” ou “obrigado por confiar isso ao grupo”.
  • Aceite o silêncio sem preenchê-lo.
  • Agradeça cada fala, sem avaliar.
  • Se alguém chorar, espere. Não é preciso consertar nada.

Evite

  • Dar conselhos, diagnósticos ou soluções rápidas.
  • Dizer “faz parte”, “todo mundo passa por isso” ou “poderia ser pior”. Essas frases podem silenciar e ferir.
  • Pedir que alguém conte mais do que quis contar.
  • Cobrar nomes, setores ou exemplos que identifiquem pessoas ou chefias.
  • Prometer que tudo vai ficar bem.

Se alguém precisar de mais ajuda

A roda acolhe, mas tem limites. Procure ajuda profissional quando a pessoa:

  • não consegue realizar as atividades do dia a dia;
  • parece ter perdido o contato com a realidade;
  • fala em se machucar, em tirar a própria vida ou em machucar alguém;
  • depende de álcool ou de outras substâncias de forma significativa.

Canais de apoio

  • Canal de escuta ou de denúncia da empresa, para situações ligadas ao trabalho.
  • Rede de psicólogos da empresa ou do plano de saúde, para acompanhamento.
  • UBS ou CAPS da região, pelo SUS, para acompanhamento regular.
  • CVV, gratuito e 24 horas: telefone 188 e chat em cvv.org.br.
  • SAMU, 192, ou um pronto atendimento, se houver risco imediato. Nesse caso, não deixe a pessoa sozinha.

Como agir

  • Converse em particular, com calma e sem alarde. Pergunte e escute.
  • Depois do encaminhamento, continue por perto com uma conversa ou uma visita. O cuidado não termina na indicação.

Help Line Global

Befrienders Worldwide, Global Suicide Prevention, com QR code para befrienders.org

Fora do Brasil, encontre uma linha de apoio no seu país

Cuidar de quem lidera

A exibição pode ser feita só com lideranças, gestores e equipes de RH. Quem conduz os outros também carrega cansaço e não precisa escondê-lo. Nesse caso, use a pergunta 5, reserve mais tempo para a roda e combine um próximo encontro.

Encerramento

  • Agradeça a confiança de todos.
  • Lembre que a conversa pode continuar em particular com quem quiser.
  • Se fizer sentido para a equipe, termine com um momento de silêncio ou uma pausa breve, opcional, sem exigir que todos participem.
  • Repita os canais de apoio.

Esta ação não substitui a avaliação de riscos psicossociais prevista na NR-1, nem o PGR, o SESMT ou acompanhamento psicológico. É uma ação de sensibilização, promoção da escuta e fortalecimento do pertencimento no trabalho. Não é terapia.
Eu Vejo Você®. Instagram @olaeuvejovoce | euvejovoce.org

Perguntas frequentes

Como funciona o Cine-Talk nas empresas?

É uma experiência de 60 minutos que combina curta-metragem, silêncio, diálogo guiado e encerramento, com foco em escuta ativa e reflexão sobre relações humanas no ambiente de trabalho.

O Cine-Talk substitui a avaliação de riscos psicossociais exigida pela NR-1?

Não. É uma ação complementar de sensibilização e diálogo. Não substitui a identificação, avaliação, prevenção ou gestão técnica dos fatores de risco psicossociais, nem as obrigações legais da organização, e não garante conformidade com a NR-1, o PGR ou o GRO.

A empresa recebe um relatório?

A exibição empresarial inclui um relatório pós-roda anonimizado, que consolida a escuta em temas para a organização. O escopo e os limites de confidencialidade são alinhados na proposta, e não há promessa de anonimato absoluto.

A sessão empresarial é gratuita?

Não. A exibição nas empresas é paga, e as condições comerciais são apresentadas na proposta. A contratação empresarial contribui para viabilizar as exibições gratuitas nas paróquias.

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